Aviso de pressão dos pneus no seu Mitsubishi
A luz de pressão acendeu no seu Mitsubishi? Estes carros têm sensor em cada roda, e o reset faz-se por uma sequência concreta no quadrante — com o botão INFO, que é onde muita gente se perde.
1. Como funciona o TPMS no Mitsubishi
A gama Mitsubishi vendida na Europa usa sistema direto: há um sensor dentro de cada roda, integrado na válvula, que mede a pressão real e a transmite por rádio na frequência europeia de 433 MHz.
Isso significa que há peças que podem falhar — sensores com bateria no fim, sensores danificados na desmontagem do pneu — mas também que o carro sabe exactamente o que se passa em cada roda.
2. A sequência do botão INFO
É aqui que a maioria das tentativas falha, por se procurar um botão dedicado que não existe. A reinicialização vive dentro do menu do quadrante e chega-se lá premindo o botão INFO repetidamente até aparecer a opção correspondente.
Chegado aí, mantém-se o INFO premido cerca de três segundos. O carro confirma com um sinal sonoro e a luz do TPMS passa a piscar devagar — sinal de que entrou em modo de aprendizagem. A partir daí é conduzir até a luz apagar.
3. O detalhe do arranque por botão
Nos modelos com arranque por botão há um pormenor que estraga muitas tentativas: para pôr a ignição no estado certo sem arrancar o motor, é preciso premir o botão de arranque duas vezes, sem carregar no travão.
Feito de outra maneira, ou o carro fica num estado em que o menu não aparece, ou arranca e a sequência não é aceite.
4. Quando é preciso ferramenta
A reinicialização pelo quadrante serve para o carro voltar a aprender pressões. Quando se substitui um sensor, é outra coisa: o identificador novo tem de ser conhecido pela central, e isso faz-se com equipamento — acordando cada sensor pela ordem certa, ou escrevendo os identificadores pela ficha de diagnóstico.
É uma distinção que evita frustração: nem todos os avisos se resolvem com botões, e nem todos exigem oficina.
5. Que sensores se montam num Mitsubishi
Montamos sensores Autel e Launch, programados para o carro antes da montagem. São sensores programáveis: o mesmo corpo físico cobre várias marcas, e é a programação que lhe dá a identidade que a central espera.
Nos comerciais e nos 4x4 da marca há ainda o cuidado de confirmar a pressão de referência para a carga em causa, que difere bastante entre versões.
Que equipamento e sensores usamos
Um sensor TPMS não se compra feito para um carro: compra-se em branco e programa-se. É por isso que a ferramenta importa tanto como o sensor — é ela que escreve o protocolo certo e é ela que confirma, antes de qualquer orçamento, se o carro tem sensores.
Autel MaxiTPMS ITS600
Lê o sensor pelo lado de fora do pneu e mostra a pressão, a temperatura, o ID e o estado da bateria. Programa sensores novos e faz o relearn por OBD nos modelos que o exigem.
Sensores Autel e Launch
Montamos sensores Autel e Launch, duas marcas de referência no equipamento de diagnóstico automóvel. São programáveis: é a programação que lhes dá a identidade que a central do seu Mitsubishi espera.
Sempre que se desmonta o pneu, substituímos o kit de serviço da válvula — o núcleo, a anilha de vedação e a porca. É a causa mais comum de uma fuga lenta que aparece semanas depois da montagem.
6. Perguntas frequentes
Aviso de pressão no seu Mitsubishi?
Confirmamos o sistema primeiro.
Leitura dos quatro sensores · Sensores Autel e Launch programáveis · Reset e relearn incluídos
Reinicializar e reaprender são coisas diferentes
Duas operações que se confundem
Há duas operações distintas e é frequente serem tratadas como uma só. Reinicializar é dizer ao carro que as pressões actuais são as corretas — resolve-se pelo quadrante e não precisa de ninguém. Reaprender é ensinar ao carro que existe um sensor novo, com um identificador diferente, e isso exige equipamento.
Confundir as duas é a origem da queixa mais comum: alguém troca um sensor, faz a sequência do quadrante, e a luz não apaga. Não podia apagar — o carro continua a chamar um sensor que já não está no carro.
Porque é que a ordem das rodas importa
Quando se ensinam sensores novos, a central não se limita a guardar quatro identificadores: guarda também a que roda pertence cada um. É isso que lhe permite dizer qual é o pneu com pouca pressão, em vez de dar apenas um aviso genérico.
Daí a sequência ser sempre feita pela mesma ordem, e daí também as leituras aparecerem trocadas no painel depois de uma permutação de pneus feita sem reaprendizagem de posição.
Ver a página geral de sensores TPMS, com os tipos de sensor, os preços e como funciona o serviço.
Outra marca?
Cada construtor usa um sistema diferente, com avisos e procedimentos próprios. Veja o guia da sua marca, ou a página geral com os tipos de sensor, preços e como funciona o serviço.
Sensores TPMS: página geral
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