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Aviso TPMS no seu Polestar:
guia completo para interpretar e resolver

A Polestar guarda a nova pressão de referência pelo ecrã central — "Store pressure" — em vez de aprender sozinha ao longo da condução, ao contrário da maioria das outras marcas. Este guia explica o processo exato.

Atualizado em Agosto 2026 Leitura: ~4 min Pneu Beato, Lisboa
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Em resumo No Polestar não há sensores nas rodas. Depois de encher os pneus a frio com os valores correctos, e preciso guardar a nova referência no ecrã central e conduzir alguns minutos acima dos 35 km/h para o sistema recolher dados. Comprar sensores não resolve nada — não há onde os montar nem quem os oica.

1. Como funciona o TPMS no Polestar

Toda a gama Polestar — 2, 3 e 4 — usa um sistema TPMS direto, com sensor físico em cada roda. A diferença para a maioria das outras marcas está no processo de atualização: o Polestar não aprende sozinho ao longo da condução — tem de se guardar manualmente a nova pressão de referência pelo ecrã central.

2. Como guardar a nova pressão ("Store pressure")

  1. Desligue o carro e encha os 4 pneus até à pressão indicada na etiqueta do pilar da porta, com os pneus frios.
  2. Ligue o carro (o motor não precisa de estar a trabalhar, mas o sistema tem de estar ativo).
  3. No ecrã central, toque para abrir o menu, depois em "Mais""Estado do carro""Guardar pressão" ("Store pressure").
Importante: este passo deve repetir-se sempre que troca de pneus, muda de jantes, ou ajusta a pressão por carga elevada ou condução a alta velocidade — não é automático.

3. Quando é inevitável substituir o sensor

A bateria interna dos sensores dura tipicamente entre 5 e 10 anos. Se o aviso persiste mesmo depois de guardar a pressão corretamente, o mais provável é que um sensor tenha deixado de transmitir e só a substituição resolve.

Que equipamento e sensores usamos

Um sensor TPMS não se compra feito para um carro: compra-se em branco e programa-se. É por isso que a ferramenta importa tanto como o sensor — é ela que escreve o protocolo certo e é ela que depois faz o carro aprender os quatro IDs.

Autel MaxiTPMS ITS600 usado na Pneu Beato

Autel MaxiTPMS ITS600

Lê o sensor pelo lado de fora do pneu e mostra a pressão, a temperatura, o ID e o estado da bateria. Programa sensores novos e faz o relearn por OBD nos modelos que o exigem. Recebe actualizações regulares, o que mantém a compatibilidade com protocolos recentes.

Sensor TPMS programavel, do tipo que instalamos noutras marcas

Sensores Autel e Launch

Montamos sensores Autel e Launch, duas marcas de referência no equipamento de diagnóstico automóvel. São programáveis: o mesmo sensor físico serve várias marcas, porque é a programação que lhe dá a identidade que a central do seu Polestar espera. Na prática, isso significa disponibilidade imediata em vez de espera por uma referência do construtor.

Sempre que se desmonta o pneu, substituímos o kit de serviço da válvula — o núcleo, a anilha de vedação e a porca. É a causa mais comum de uma fuga lenta que aparece semanas depois da montagem, e que o cliente associa ao pneu e não à válvula.

4. Perguntas frequentes

Ao contrário de outras marcas, o Polestar não aprende sozinho a nova pressão — tem de a guardar manualmente pelo ecrã central ("Mais" → "Estado do carro" → "Guardar pressão"). Sem esse passo, o aviso continua ativo mesmo com as pressões corretas.

Se ajustar a pressão para compensar carga elevada ou condução a alta velocidade sustentada, sim — guarde o novo valor pelo mesmo processo. Volte a guardar o valor normal depois de repor a pressão de uso habitual.

O carro funciona normalmente, mas perde a monitorização real desse pneu — uma perda de pressão lenta pode não ser detetada a tempo. O aviso também leva à reprovação na IPO. Recomendamos resolver antes da próxima inspeção.
Sensores compatíveis em stock

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Diagnóstico gratuito · Sensores Autel e Launch programáveis · Programação incluída

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a partir de, por sensor instalado
Parte técnica

Guardar a pressão: o passo que a maioria salta

A calibração e o próprio sistema

Num carro sem sensores, o aviso de pressão nasce de uma comparação: o sistema conhece a assinatura de rotação das quatro rodas com a pressão correcta e sinaliza quando uma delas se desvia. Essa assinatura tem de ser gravada — e e isso que a função de guardar pressão faz.

Sem esse passo depois de encher, o carro continua a comparar com a assinatura anterior, e o comportamento fica imprevisível: ou o aviso não desaparece, ou desaparece e deixa de avisar quando devia.

Depois de guardar, e preciso andar

A gravação não termina no ecrã: o sistema precisa de recolher dados em andamento para fixar a referência, tipicamente alguns minutos acima dos 35 km/h e em condução estável. Um percurso urbano curto, com muitas paragens, pode não chegar.

Em contrapartida, e um sistema que não envelhece: não há baterias a chegar ao fim nem sensores a partir na desmontagem do pneu.

Ver a página geral de sensores TPMS, com os tipos de sensor, os preços e como funciona o serviço.

Outra marca?

Cada construtor usa um sistema TPMS diferente, com avisos e procedimentos de reset próprios. Veja o guia da sua marca, ou a página geral com os tipos de sensor, preços e como funciona o serviço.

Sensores TPMS: página geral